terça-feira, 2 de agosto de 2011

Menos de 40% dos bebês têm amamentação adequada, diz OMS


No primeiro dia da Semana Mundial da Amamentação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou hoje que menos de 40% das crianças menores de 6 meses em todo o mundo são alimentadas exclusivamente com leite materno, segundo nota divulgada pela Agência Brasil.
 

De acordo com o órgão, mais de 170 países - incluindo o Brasil - celebram a data em uma tentativa de aumentar os índices. O aleitamento materno exclusivo constitui uma estratégia eficaz na redução da mortalidade infantil entre crianças menores de 5 anos. De acordo com a diretora-geral assistente da OMS, Flavia Bustreo, a introdução ao leite materno logo nos primeiros dias de vida do bebê, o regime exclusivo nos primeiros seis meses e a permanência do alimento na dieta até pelo menos os 2 anos de idade podem reduzir em um quinto a morte de menores de 5 anos.

Nas atividades da Semana Mundial da Amamentação (SMAM) deste ano, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vão defender o apoio de todos para garantir às mães condições de amamentar seus filhos até os dois anos de idade, seguindo recomendação da Organização Mundial de Saúde. Apesar do tempo médio do período de aleitamento materno no país ter aumentado um mês e meio, de 1999 a 2008, o Brasil ainda está em um patamar baixo. A OMS considera como ideal que 90% a 100% das crianças menores de seis meses tenham no aleitamento materno um alimento exclusivo. No Brasil, esse índice é de 41%.

Na campanha deste ano, o Ministério da Saúde e a SBP querem conscientizar a sociedade de que, apesar do aleitamento materno ser um ato natural, precisa de apoio de todos, da família, dos profissionais de saúde, empregadores, e, especialmente da mídia e dos formadores de opinião. A atriz Juliana Paes, que está amamentando seu filho Pedro, será a madrinha da SMAM. A semana é comemorada de 1 a 7 de agosto. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha participou da abertura da SMAM e do lançamento da campanha hoje (1), no Rio de Janeiro.

GUIA - Durante o evento, foi lançado o Guia dos Direitos da Gestante, uma publicação conjunta entre o Ministério da Saúde e a Unicef (Programa das Nações Unidas para a Infância). O guia é uma espécie de instrumento para a capacitação de agentes multiplicadores, que terão como função transmitir informações às comunidades sobre os direitos das mães à amamentação.

“É de fundamental importância que todos os segmentos da sociedade, mídia, formadores de opinião, familiares e empregadores, ajudem às mães na superação dos obstáculos que, muitas vezes, as impedem de continuar amamentando seus filhos”, observa Padilha. O ministro chama a atenção para o fato de que o aleitamento materno, por estar diretamente relacionado à redução da mortalidade infantil e neonatal, contribui, de forma significativa, para cumprimento das metas assumidas pelo Brasil, com a OMS.

Uma dessas metas é a de reduzir em dois terços a mortalidade em menores de cinco anos entre 1990 e 2015. “O Brasil está em condições de atingir esta meta já em 2012, ou seja, três anos antes do prazo fixado pela OMS”, ressaltou Padilha. Também está entre os compromissos do Brasil o Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil no Nordeste e Amazônia Legal e Pacto pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal.

A SMAM foi idealizada pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) e tem sido comemorada em 150 países com o propósito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. A comemoração da SMAM tem se mostrado um método efetivo de mobilização de todos os segmentos da sociedade em defesa da amamentação.

BENEFÍCIOS – O aleitamento materno é a mais antiga estratégia natural de vínculo, proteção e nutrição para a criança. Constitui a mais econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os seis meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão. Funciona como uma vacina, protegendo a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias.

Para as mães, o ato de amamentar ajuda na perda peso mais rapidamente após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia. Também reduz o risco de diabetes, de câncer de mama e de ovário.

ECONOMIA - Não amamentar pode significar sacrifícios para uma família com pouca renda. Em 2004, o gasto médio mensal com a compra de leite para alimentar um bebê nos primeiros seis meses de vida no Brasil variou de 38% a 133% do salário-mínimo, dependendo da marca da fórmula infantil.

AÇÕES – Para incentivar o aleitamento materno, o Ministério da Saúde possui a Rede Amamenta Brasil, que está presente em mais de mil Unidades Básicas de Saúde do País. Existe também a Iniciativa Hospital Amigo da Criança, em parceria com a UNICEF, que hoje já conta com 337 hospitais credenciados em todos os estados brasileiros e o Método Canguru, que promove o contato pele a pele entre mãe e bebê.

Também faz parte das ações de incentivo, o programa de Apoio à Mulher Trabalhadora que Amamenta. Nesta ação, o Ministério da Saúde capacita profissionais para sensibilizar gestores e empregadores a adotarem uma série de medidas de apoio à amamentação da mulher trabalhadora. Entre as medidas, destacam-se a adesão à licença maternidade de seis meses, a implementação de salas de apoio à amamentação nas empresas, o respeito às leis que protegem este ato, entre outras.

REDE CEGONHA - No dia 28 de março de 2011, o Governo Federal reforçou as estratégias de fortalecimento da atenção integral à saúde da mulher e do recém-nascido com o lançamento da Rede Cegonha. A Rede tem entre suas principais ações a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

fonte: Ministério da Saúde

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Atemoia



Ontem comi pela primeira vez essa fruta, muito saborosa! Bem doce, indizível o sabor, só experimentando! Fica aqui a dica!



Nome científico: Annona cherimola x Annona squamosa
Família: Annonaceae
Origem e dispersão: A atemoya é intermediária às espécies que lhe deram origem. Produzida por hibridação, na África do Sul e Israel, a atemoya foi introduzida em vários países. Na Flórida, é plantada comercialmente no Sul do Estado. É exportada por Israel e África do Sul, é plantada na Austrália, mas ainda pouco divulgada em outros países. No Brasil, foi introduzida recentemente e já desperta o interesse de alguns produtores, pela sua qualidade, superior à fruta-do-conde.
Clima e solo: A atemoya adapta-se a vários tipos de solo, mas prefere os bem drenados.
Propagação: É indicada a propagação por enxertia, tanto por borbulhia como garfagem, usando como cavalo ela mesma, a fruta-do-conde ou a cherimoya. Annona reticulata (lisa), também pode ser usada.
Variedades: Quanto aos cultivares, os mais conhecidos são Gefner e Page, mas, em São Paulo, o primeiro é mais utilizado junto com African Pride e PR-3. Por isso o seu cultivo exige rigorosos tratos fitossanitários, podas e outros tratos culturais, inclusive o desbaste de frutos.
Utilização: É uma fruta típica de mesa, para consumo ao natural; portanto, a sua aparência é muito importante. Serve também para sorvetes, polpa e suco. Seu valor alimentar é principalmente alto para açúcares, mas o apelo e qualidade desta fruta deve-se ao seu aroma e sabor, dados pelos componentes ácidos orgânicos, lipídios, fenóis e constituintes voláteis, especialmente os ésteres.




Valores Nutricionais:referente a uma fruta de 250 g (tamanho médio)

1. Calorias: 242,5 cal
2. Carboidratos: 63,25 g

3. Proteína: 2,5 g
4. Lipídios: zero gordura
5. Fibras: 5,25 g
6. Potássio: 750 mg
7. Vitamina C: 25 mg


 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Adoçantes: Limitações e Aprovações pela ANVISA



Há alguns dias, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) decidiu reduzir a quantidade máxima da sacarina e do ciclamato em bebidas e alimentos e aprovar o consumo brasileiro de três substancias novas – a taumatina, o eritrol e o neotame, adoçantes já aprovados por outros organismos de saúde. É o que estabelece a resolução RDC 18/08 publicada no dia 25 de março de 2008, no Diário Oficial da União.

Por que a redução do limite?
Após alguns estudos que mostravam o impacto negativo dos edulcorantes (adoçantes) para a saúde, a ANVISA decidiu reduzir o limite a fim de proteger os usuários.
Segundo especialistas da agência, a quantia de sódio presente tanto no ciclamato como na sacarina também pesou na decisão, já que o sódio é, por si só, uma substância condenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
A sacarina já e proibida no Canadá e o ciclamato, nos Estados Unidos, já que pesquisas nestes países – com camundongos -, constataram que ela aumentam o risco de câncer de bexiga. Apesar da inexistência de pesquisas que comprovem a existência de riscos, é recomendado que o consumidor limite a quantidade.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

As propriedades do Chá verde


Não podemos deixar de reservar um espaço de destaque para o chá verde, também conhecido como banchá, já que a ciência vem comprovando suas propriedades terapêuticas e cosméticas. Esse chá é rico em flavonóides, substâncias antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento celular precoce.
A prevenção de câncer promovida pelo chá verde é atribuída aos flavonóides e às catequinas, que têm a capacidade de bloquear as alterações celulares que originam os tumores. Além de conter manganês, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, já que os estudos associam o consumo diário deste chá a uma diminuição dos níveis sangüíneos de LDL, que é a fração ruim do colesterol, e à melhora das condições das artérias.
E os benefícios para a pele? Estudos recentes descobriram que o chá verde em creme melhora o sistema de defesa das células contra os raios ultravioleta do tipo B. Ao reduzir a inflamação causada por essa radiação, aumentaria a proteção contra o câncer de pele. Além disso, a planta do chá verde (Camellia sinensis) é rica em tanino, que também possui propriedades anti-sépticas e adstringentes, podendo ser indicada para limpeza de peles oleosas.
Ainda não comentamos um efeito muito bem-vindo do chá verde. Ele é considerado termogênico, ou seja, acelera o metabolismo ajudando a queimar a gordura corporal, mas para isso deve haver um consumo freqüente desse chá.

Por que algumas pessoas são obesas?


Por que algumas pessoas são obesas?

Hoje, sabemos que a obesidade tem causas distintas. Além da causa genética, do desequilíbrio energético (diferença entre o consumo e o gasto de energia), os problemas no metabolismo de glicose e gorduras, os fatores e os processos psicológicos podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade. Existem dois tipos de obesidade:
ü Andróide: (forma de maçã), que acumula maior quantidade de gordura no tronco e possui braços e pernas mais finos. Está mais sujeito a doenças coronárias, como infarto e arteriosclerose.
ü Ginecóide: (forma de pêra), que caracteriza invidíduos com quadris largos, é mais comum em mulheres e na população masculina negra.

Os riscos que a obesidade pode causar são vários, como: hipertensão arterial, diabetes, hiperlipidemia, doença respiratória, distúrbios intestinais, problemas psicológicos, ortopédicos (como hérnia de disco) e orgânicos (como pedras nos rins e vesícula). Até alguns tipos de câncer estão de certa forma associados, como o de cólon, por exemplo.

    

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Qual a dieta ideal para quem possui taxas altos de ácido úrico

O Ácido Úrico é resultante do metabolismo das purinas (produto formado na quebra de proteínas). Os indivíduos que possuem taxas elevadas de ácido úrico devem restringir a ingestão de alimentos ricos nesse nutriente.

 Devem ser evitados os seguintes alimentos:

miúdos em geral, sardinha, mexilhão, anchova, bacalhau, salmão, truta, atum, arenque, camarão, lagosta, ostra e caranguejo. Algumas Aves: peru, galinha, galeto. Carne de porco, embutidos, toucinho e bacon. Caldo de carne e molhos prontos, feijão, lentilha, grão de bico, ervilha, trigo, frutas oleaginosas, presunto, banha, extrato de tomate, chocolate, pão de centeio, pão docee todos os grãos e sementes. Devem ser consumidos em menor quantidade: alho-porró, aspago, brócolis, cogumelo e espinafre.

As carnes magras: patinho, coxão duro, bifes sem gordura, peito de frango, filé de peixe, devem ser consumidos com moderação (no máximo duas porções pequenas por dia).

As carnes não devem ser tostadas e quando cozidas, a água do cozimento deve ser desprezada.

É liberada a ingestão de leite e iogurtes desnatados, queijos brancos, ovos e vegetais (excetos os citados anteriores), torradas e pães brancos, biscoitos tipo água e sal, frutas em geral, macarrão e arroz, batata, margarina, geléias e óleos vegetais em quantidades moderadas.